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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Natal

Olá pessoal, na sexta-feira os alunos do 1° ano estavam em uma atividade de artes e por alguns minutos tive a ideia de recortar bolinhas de cartolina e pedirem para eles desenharem que queriam ganhar do Papai Noel.
Os desenhos ficaram lindos, dei um toque com tinta gliter e montei uma árvore de Natal!
A professora da turma da tarde deu toque final no painel com estrelas, lindas também.
Escrevemos a mensagem: Papai Noel nossos pedidos estão aqui!

Olhem como ficou maravilhoso!









segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Philippe Perrenoud

Toda vez que eu tomava conhecimento de algum autor e o professor falava em Perrenoud, me dava dor de cabeça.
Eu  o achava tão complexo, não conseguia me concentrar em seus artigos.
Hoje, li novamente um capítulo de seu livro e me caiu como uma luva na minha santa cabecinha...rs
Segue abaixo, alguns tópicos importantes sobre seu texto, o qual cai em todo concurso.

O Trabalho em equipe pedagógica: Resistências e Mecanismos. 

Os estabelecimentos de ensino não são fábricas. Porém, podemos sustentar que essas equipes não passam de artefatos administrativos que mais desistimulam do que estimulam a colaboração e que suscitam diversas estratégias de fuga, como sempre acontece cada vez que uma organização impõe uma cooperação contra a vontade dos assalariados.

O absurdo é que uma administração institua formalmente o trabalho em equipe sem ser capaz de direcionar atitudes e comportamentos.
Tal ficção de trabalho em comum pode basear-se em textos impostos a todos os estabelecimentos de ensino. Pode nascer de uma decisão mais local do diretor da escola. Nos dois casos, fala-se de equipe sem a preocupação de saber o que os interessados pensam a respeito disso.

Para esquematizar, Perrenoud distingue três situações-tipo, segundo a natureza das pressões:
A equipe imposta. supõe-se que os professores trabalhem juntos, mas a equipe só existe no papel.
A equipe autorizada/estimulada- Os professores não são obrigados a trabalhar juntos, porém são convidados e estimulados a fazê-lo.
A equipe proibida/desistimulada- Não se espera que os professores trabalhem equipe, se realmente estiverem interessados irão deparar-se com milhares de complicações administrativas na etapa de atribuição de cargos, horários, de carga de ensino, de lugares de reunião e serão desestimulados abertamente pela direção ou pelo restante do corpo docente.


Com relação as coordenação das práticas, alguns podem encarnar com mais prazer a ortodoxia doutrinal, o projeto, a instituição interna, a memória coletiva, a fidelidade às decisões tomadas, enquanto outros assumirão o papel de individualistas, rompendo com o grupo que ajudaram construir ou o qual se uniram de bom grado...os paradoxos da ação coletiva.

O trabalho em equipe pedagógica transforma-se em uma necessidade, e é integrado a uma noção mais abrangente, a de cultura de cooperação, que não se resume à colaboração com colegas próximos, mas envolve também a gestão participativa, a autoridade negociada, e a auto-avaliação dos estabelecimentos de ensino.

Uma equipe eficaz depende de um contrato livremente negociado entre os membros e não é mais uma conquista individual de uma parcela de professores. É a dimensão essencial de uma nova cultura profissional, uma cultura de cooperação.
Se aderirem a uma cultura de cooperação, reforçarão sua autonomia estatutária e as tendências à profissionalização. Se defenderem o seu direito ao individualismo acima de tudo, estarão dando munição aqueles que trabalham por uma racionalização burocrática do ensino. Por isso, é importante compreender melhor as resistências das pessoas no trabalho em equipe.

A cooperação é uma luta: contra si mesmo, contra suas próprias ambivalências; contra os outros quando desestimulam ou alimentam as tendências centífugas; contra o sistema educativo o estabelecimento de ensino quando demonstram pouca compreensão.

Certamente, os que optaram pelo trabalho em equipe trilharam um longo caminho rumo a outra concepção da profissão, porém sempre foram divididos entre uma ideologia favorável à cooperação e habitus individualista.

Ensinar é uma profissão difícil, na qual nada é estável: cada nova turma é uma incógnita, cada aluno em dificuldade é um enigma, cada ano letivo é uma aventura que só se revela às vésperas das férias de verão.

Uma boa jornada é aquela que termina com a sensação de não ter pedido tempo, nem cometido erros ou injustiças demais, uma jornada feliz, serena, ou pelo menos não muito pesada, tediosa ou agitada. O balanço exprime o equilíbrio entre todos os momentos bem-sucedidos, nos quais se tem a impressão de dominar a situação, de ter prazer em ser útil, amado, apreciado, eficaz, e todos os momentos contrários. O trabalho em equipe pode ameaçar, criar um ambiente agradável, fazer sonhar, estar no centro dos acontecimentos, controlar a conversa, brincar são prazeres difíceis de compartilhar e de reconstruir.

A competência para cooperar, que supõe a competência para comunicar, também é construída em função da experiência e de uma prática refletida; porém, sem cultura psicossociológica, a reflexão pode levar, por exemplo, à rejeição da responsabilidade por eventuais disfunções dos parceiros, recusando-se a "fazer parte do problema". Uma formação que desenvolva o pensamento complexo e sistêmico não protege dessa tentação todos os dias, mas pode tornar as pessoas mais lúcidas!


Adriane Lima
www.educacaocaminhando.blogspot.com

domingo, 20 de novembro de 2011

Massinha!

Ah! Como eu adorava fazer massinha na minha infância...
Minha turma do 1º ano também gostou de colocar a mão na massa, é com atividades divertidas que aprendemos sobre quantidade, números e como passar uma informação simples para outra pessoa.
Para esta aula, levei a turminha para o Laboratório de Ciências;
Anotei a receita na lousa ditada por eles, pois trabalhamos a mesma em sala com outras atividades e mãos à obra!

RECEITA




04 xícaras de farinha de trigo;

1 xícara de sal;

1 1/2 xícara de água;

01 colher de sopa de óleo;

Corante alimentício.


MODO DE FAZER.

Em uma vasilha misture, a farinha, o sal, a água e o óleo.
Amasse bem com as mãos até que vire uma massa uniforme.
Divida em várias partes e, em cada uma, coloque um corante com cor diferente.


Olhem como a turma ficou feliz com esta aula!

Adriane Lima
www.educacaocaminhando.blogspot.com


Lindo trabalho em E.V.A!

Fonte: http://atelieanamolnar.blogspot.com

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Projeto Frutas

As educadoras da Educação Infantil onde eu trabalho, tiveram a brilhante ideia de construir árvores e colocar o nome de cada aluno.
Cada estudante que levasse fruta para o lanche, ganharia sua frutinha na árvore.
Foi um sucesso!
Sendo assim, decidi aplicar este projeto no 1º ano e está sendo tudo de bom!
Os estudantes e os pais estão entrando no ritmo da alimentação saudável.
Ah! lembrando que, só ganha a fruta na árvore se o estudante comer toda a fruta.

Olhem  abaixo a árvore do 1º ano.


Adriane Lima
www.educacaocaminhando.blogspot.com

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Escola Reflexiva - Isabel Alarcão

 Tenho estudado alguns autores para concurso público e a cada dia vejo o quanto são maravilhosos!
Sendo assim, decidi publicar minhas anotações que considero importantes sobre seus artigos.

Hoje, convido vocês para conhecer esta maravilhosa pensadora Isabel Alarcão.

A Escola Reflexiva – Isabel Alarcão
Nos dias de hoje há uma forte inadequação da escola para fazer face as demandas da sociedade.
A mudança de que a escola precisa é uma mudança paradigmática e para isso é necessário refletir em diálogo com os problemas e frustrações, sucessos e fracassos, mas também em diálogo com pensamento, o próprio e dos outros.
Cada escola deve conceber-se como um local, um tempo e um contexto educativo.
A escola deve ser um contexto de trabalho para o aluno e para o professor. Para o aluno o trabalho é aprendizagem em suas várias dimensões e para o professor é a educação na sua multiplicidade de suas funções.
Um bom contexto de trabalho requer um ambiente de exigente tranqüilidade e de conscientização do lugar que cada um deve desempenhar.
A escola tem a função de preparar cidadãos, mas não pode ser pensada apenas como tempo de preparação para a vida. Ela é a própria vida, um local de vivência da cidadania.
A escola inovadora é a escola que tem a força de pensar a partir de si própria.
Em uma escola participativa e democrática, a iniciativa é acolhida, pois a abertura as ideias do outro, a descentralização do poder e o envolvimento de todos no trabalho em conjunto são reconhecidos.
Liderança, visão, diálogo, pensamento e ação são os cinco pilares de sustentação de uma organização dinâmica situada, responsável e humana.
Sem deixar de ser local, a escola é universal, pois as novas tecnologias da informação e da comunicação abrem vias de diálogos e oportunidades de cultivar o universal.
A educação deve ser feita a partir da vida da escola.
As estruturas curriculares e pedagógicas não podem ignorar totalmente as limitações que obrigam a que certas decisões políticas e administrativas tenham ser tomadas. O diálogo entre as pessoas, o poder esclarecedor ou argumentativo da palavra e a aceitação do ponto de vista do Outro são essenciais a negociação, a compreensão, a aceitação.
Na escola todos são autores. Os alunos, os professores, os funcionários, os pais ou membros da comunidade envolvidos nas atividades da escola, todos tem um papel a ser desempenhado.
A escola reflexiva pode ser definida como uma organização que continuadamente se pensa a si própria, na sua missão social e na sua organização, e se confronta com o desenrolar da sua atividade em um processo heurístico (encaminhar ao aluno descobrir por si mesmo a verdade) simultaneamente avaliativo e formativo.
Somente a escola que se interroga sobre si própria se transformará em uma instituição autônoma e responsável, automatizante e educadora.
A escola pensa-se no presente para se projetar no futuro, não ignorando seus problemas atuais.
A escola reflexiva é uma escola que se assume como instituição educativa que sabe o que quer e para onde vai. Na observação cuidadosa da realidade social, descobre os melhores caminhos para desempenhar a missão que lhe cabe na sociedade.
Compreende antes de agir.


Tenha uma ótima semana!
Adriane Lima


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reescrita

Neste último bimestre, começamos a reescrita com o 1º ano do livro Dentro da Casa Tem - Autora: Márcia Alevi.

O livro é lindo!

1ª aula - Realizamos a leitura do livro;
2ª aula - Relembramos a história, os personagens e local onde tudo acontece;
3ª aula - Iniciamos a nossa reescrita estabelecendo nosso local, personagens, a surpresa do livro, tudo registrado em uma tabela, a qual deixei exposto na sala de aula, onde os estudantes poderão consultá-la quando precisar;
O que está escrito em vermelho são palavras contidas no livro e o que está escrito em verde são as decisões da turma.



4ª aula - Iremos reescrever a história, tendo eu como escriba;
5ª aula - Será realizado uma revisão da história, para finalizarmos o projeto.


Iremos transformar nossa reescrita em um livro para cada estudante, com capinha de E.V.A em formato de casa, onde irão desenhar em cada página de seu livro o momento da história.
A semana que vem todos os livros estarão prontos, irei registrar a parte final e postarei para vocês verem.
Esta atividade vale a pena, é  ótima para colocar no planejamento do início do ano e claro, os alunos adoram!

Tenham uma ótima semana!

 Adriane Lima
www.educacaocaminhando.blogspot.com